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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Receber e atuar


Servir é fundamental. É a base da vida em sociedade. Servir é uma das qualidades mais importantes do bom líder.
Porém, a conjugação deste verbo merece alguns cuidados.  Com ele, não podemos dizer “quanto mais, melhor”.
Até certo ponto a capacidade de servir gera benefícios. Depois, pode gerar uma relação de servidão, em que as pessoas caem em uma espécie de escravidão voluntária e viciosa.  A partir daí, nenhuma das duas partes é beneficiada. Quem presta o serviço se cansa em excesso; quem recebe, cai na letargia corrosiva.
O líder servidor exagerado poda a capacidade de crescer dos liderados, ou seja, deixa de ser líder.

E quanto ao 5S? 

Devemos servir ao 5S ou ele servir a nós? As duas coisas. É um serviço de mão dupla, de boa parceria.
No primeiro momento, é preciso prestar um serviço leve ao 5S, estudando-o, procurando conhecer sua natureza e como ele pode lhe ser útil. Felizmente, a dedicação e o aprendizado podem ser recompensados imediatamente, com a prática do 5S em melhorias simples.
À medida que exercitamos o 5S, consolidamos nosso conhecimento sobre sua natureza.
Deixamos de ver o 5S como objeto de estudo; passamos a sentí-lo como instrumento que permeia todas as nossas atividades, facilitando o cuidado do que nos compete cuidar: os Fatores de Qualidade (Ambientes, Pessoas, Equipamentos, Materiais, Métodos e Medidas).
Assim, o 5S passa a nos servir. Assim, o 5S atua como um bom líder que nos mostra o caminho para a realização de nossos sonhos. O bom líder não é o que faz, mas o que nos abre os olhos para ver a nossa qualidade interior.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Ambientes compartilhados




Uma das características da administração moderna é derrubar paredes. Antigas salas e escritórios fechados são abertos em grandes salões, facilitando o trabalho coletivo e nivelamento da cultura da empresa entre todos.
O jeito de cada um, o jeito com que cuida do seu espaço, acaba influenciando outros. Com o tempo o espaço de cada um se torna parecido com o de outros.
Se um deixa alguma coisa fora do lugar, outros também acabam fazendo isso. Uma coisa permite outra. Depois de certo nível de coisas fora do lugar, fica mais difícil encontrá-las. Perde-se tempo, o trabalho fica mais estressante e menos produtivo. Se alguém dá o grito de que a bagunça está demais, ninguém escuta. Nestas condições, aceita-se não ter tempo para dar um jeito na bagunça.

O que fazer?

Um bom começo é promover a consciência coletiva de que situação está insustentável e que é necessário ser diferente.
Pode-se começar com uma parada rápida para ouvir uma palestra ou ler uma cartilha sobre 5S.
As pessoas precisam desta parada para ver a rotina com outros olhos e, assim, reconhecer que é preciso ter mais cuidado com o ambiente compartilhado.
A partir daí, cada um faz a sua parte, permeando o trabalho com melhorias simples em seu espaço. A melhoria de cada um serve de exemplo para outros.
É como começar exercícios físicos. A primeira melhoria gera prazer e bem estar que puxa as pessoas para dar novos passos.
Com o tempo, os sinais dos cinco sensos estarão bem disseminados. Então, basta seguir, com o Senso de Autodisciplina, os padrões estabelecidos com o Senso de Saúde.

domingo, 18 de julho de 2010

Sai seleção, entra trabalhador



Derrotada, a seleção brasileira de 2010 saiu de campo. Foi substituída pelos trabalhadores brasileiros que vão preparar o Brasil para a Copa do Mundo de 2014. É deles que depende nossa alegria. E eles merecem motivos para sorrir até 2014. Com o compromisso das empreiteiras, eles podem tirar boas Lições do Canteiro de Obras para a qualidade de vida e de produtos.